
Sumário:
O falcão foi conservado, pois trata-se de uma evolução e não de uma mudança completa do Exército do Ar e do Espaço. Uma curva é implantada para representar a Terra, o espírito guerreiro do exército é evocado com uma ave que se empina para matar a sua presa.
Desde 11 de setembro de 2020, os aviadores voam em direção a este novo ambiente de desacordo cada vez mais conectado que se tornou o espaço. O Exército do ar e do espaço deve assegurar a sua defesa e garantir a liberdade de acesso e de ação, tendo um melhor conhecimento e antecipar as ameaças potenciais espaciais. Este objetivo passa-se a longo prazo para concorrer com os outros países. Trata-se portanto de uma reorganização dos recursos aeronáuticos, o que gera um aumento do orçamento.
O único impacto relativo a esta evolução passa-se do lado financeiro, com investimentos militares que passaram a barreira dos 30 mil milhões de dólares no espaço.
Em 2030, o espaço será frequentado por objetos em órbita, o que provocará riscos de colisões não-intencionais.
Os conflitos vão gerar novas tensões e ameaças. Contudo, o Exército do ar e do espaço será dotado de estratégias de defesa suplementares. Em suma, deverão levar a detetar, caracterizar e identificar os perigos. Poderão igualmente ser partilhadas com estados membros da União Europeia a fim de aumentar a sua eficácia. O Exército manter-se-á fiel aos sistemas de navegação, telecomunicações assim como a observação por satélite.

No conjunto do comando do espaço, duas unidades ocupam-se do bom funcionamento dos satélites assim como da sua proteção :
O CMOS*, zela pela receção das necessidades e o conjunto das operações de tratamento de imagem. A DRM** tem como papel controlar as operações do CMOS, desenvolve as prioridades nacionais e reparte os pedidos em colaboração com os seus congéneres estrangeiros nos quatro tipos de satélites explorados por França.
O papel do COSMOS*** é zelar pela vigilância contínua do espaço extra-atmosférico. A sua missão é trabalhar na autonomia e na valorização das operações militares assim como na segurança das pessoas.
O Exército do ar e do espaço zela pelo respeito da política espacial militar. Assegura igualmente o reforço dos usos militares, dos conhecimentos da atualidade espacial assim como o seu desenvolvimento. Todas estas missões permitem assegurar quotidianamente as suas missões de proteção do território francês.
Quatro missões são implementadas pelo Exército do Ar e do Espaço:
A dissuasão nuclear : A força aeronaval nuclear ocupa-se da dissuasão nuclear exigida pelo presidente da República.
As operações exteriores : O exército do ar e do espaço continua a combater os grupos armados terroristas para a operação Barkhane e Chammal.
Proteger o nosso espaço aéreo e os seus arredores : Para reforçar a proteção contra eventuais ameaças, para evitar atentados em aviões civis ou aeronaves em situação de urgência.
O espaço : O exército do ar e do espaço zela para que o funcionamento espacial seja respeitado. Assegura o reforço e a proteção do território francês.

Para concluir, esta evolução do Exército do Ar e do Espaço vai destacar os novos avanços tecnológicos implementados. Os meios orçamentais aumentaram para cumprir as suas missões, defender e proteger a nossa nação. De agora em diante, o exército do ar terá à disposição mais equipamento para detetar, caracterizar, identificar e neutralizar as ameaças potenciais e nefastas para França.
*CMOS : Centro militar de observação por satélite
**DRM : Direção do serviço de informações militar
***COSMOS : centro operacional de vigilância militar dos objetos espaciais
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